terça-feira, 29 de setembro de 2009

TOP FIVE (Brasil)

Number 5 - Ana Paula Padrão

Number 4 - Natalia Guimarães

Number 3 - Giovanna Ewbank

Number 2 - Fiorella Mattheis

Number 1 - Nathália Dill


(hour concour - Monique Alfradique)


(Em breve, as gringas.)

sábado, 26 de setembro de 2009

Espelho meu

Ontem quando eu coloquei o post fiquei olhando a foto e pensado:
Quanto o vale o poder dos cosméticos e dos produtos de beleza; cremes, perfumes, maquilagem e todas essas quinquilharias que prometem beleza.

E vocês, olhando a foto do post anterior, o que acham?

Eu tinha uma teoria de que, uma vez feio, feio pra sempre. Pois bem, acho que minha tese fica ainda mais reforçada diante de tal quadro. Não adiantam cremes e todos esse produtos caríssimos para resolver o problema de pessoas 'fracas de feição'. Não há nada que resolva o problema das pessoas 'mal diagramadas'.
(Ah sim! A plástica! Tinha me esquecido dela.)

Claro que não dá pra você chegar pra pessoa que se entope desses produtos e dizer: “Olha não adianta esse monte de produto, não vai resolver o problema.” Até por que, o efeito desses produtos não se revelam externamente, mas internamente. A pessoa passa a se sentir mais bonita, e não realmente mais bonita aos olhos dos outros.

Recentemente um fotografo famoso, fez uma exposição de fotos de atrizes e modelos com e sem maquilagem. A mesma foto, só que em uma das fotos com maquilagem e outra sem. O resultado reforça ainda mais minha simples teoría. Quem é bonita, fica linda. Quem é desprovida de beleza, continua.


Tem um outro porem; quem vai dizer: “Nossa, como você está mais bonita!”, não vão ser os homens, porque esses não se ligam muito nessas coisas de cosméticos. Produtos de beleza pra homens não emplacam. Para os homens (heteros diga-se de passagem!), ou a mulher é bonita, ou é feia. Maquilagem e cremes ajudam? Claro que sim, mas não transformam feiúra em beleza.

E de feiúra, Eu Me entendo bem.

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Dia da Titia


Hoje, dia 25 de setembro, comemora-se o Dia da Tia Solteira. A origem da data não é conhecida, mas a cada ano ganha mais divulgação. O fato é que hoje as solteiras não são apenas as que ficaram para titia, como costumava se dizer, mas sim mulheres que, por opção, privilegiam a carreira ou não têm pressa em oficializar um relacionamento.

Mas tem os outros casos...

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

O Amigão

É um sujeito que está sempre te elogiando. Diz coisas que você gosta de ouvir. Ele é amigo de todo mundo – ops, hum isso é suspeito – O amigão é aquele que nunca diz não, mas na hora de fazer, não faz. Enrola, inventa uma desculpa e não faz.


Ele que ficar bem com todo mundo por isso nunca diz não ou nunca diz que não dá, que não pode ou coisa assim, sempre diz sim e sempre acaba te deixando na mão.

Ele adora bajular. Se você for com ele numa estréia, ele vai elogiar os atores, diretores e autor, mas na hora que sair do teatro vai dizer secretamente que não gostou da peça. Mas se você disser que gostou, ele também vai gostar.

Ele também adora gente importante. Para essas ele sempre diz sim. Um tipo bajulador interesseiro. Simpático, todo mundo fala bem dele e se ressente de alguma coisa que ele prometeu e não fez. As desculpas são sempre boas. Ele diz que alguém esteve doente, essa é uma desculpa clássica do amigão ou ele diz que teve que viajar ou aquelas outras que você já conhece.

Se você for um amigão, por favor fique longe de mim. Prefiro aqueles amigos que dizem a verdade. Às vezes é chato escutar a verdade, machuca principalmente se você sabia que alguém iria dizer aquilo, mas você achava que estava se dando bem.

O amigo é muito diferente do amigão. O amigão marca 20 vezes um café com você e nunca confirma. Marca de ir ao cinema e nunca vai. Marca de jantar e fura.

Amigão diz sim para todos os convites, mas nunca avisa que não vai poder ir. No dia seguinte ele, às vezes, manda um e-mail com uma daquelas desculpas.

Infelizmente há tantos amigões na cidade e tão poucos amigos. E quando você resolve ser sincero com alguém a pessoa fica chateada com você. Se você disser para alguém que não gostou de algo que ela fez, pode ter certeza de que ela irá jogar na sua cara daqui uns anos como uma mágoa e não como uma opinião de amigo. É difícil ser amigo, é muito mais fácil ser amigão.

Escrito por Duilio Ferronato

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Estamos todos unidos

Eu estava lendo um texto da Lya Luft na revista Veja, onde ela fala sobre a apatia das pessoas em relação as tramóias e roubalheiras dos nosso políticos. No texto ela diz que estamos todos anestesiados em relação a corrupção. Achamos normal, não incomoda mais.
Pois bem, vou além. (Sem querer rimar, mas já rimando.)


Acho que estamos apáticos em relação a VÁRIAS coisas. Ninguém questiona mais nada. Tudo é aceito com normalidade. Acabou a era dos protestos, passeatas e greves. Até a vaia não existe mais. Podem reparar, ninguém mais vaia. Se um artista apresenta-se em programa de auditório na TV, ficam todos ali batendo palma forçadamente, uniformemente, pra não destoar do geral, bem organizadinho, pra aparecer na TV todo mundo comportado e domesticado. Não tem quem comece a vaiar algo que desagrada, ou uma música mal tocada, um cantor que desafina na cara dura, um show playback (Ex: Madonna, Britney, Michael Jackson, etc.), ou uma personalidade que diz alguma besteira. Nada de vaias, e no final ainda batem palma pra qualquer besteirinha dita.

Se um canal de TV apresenta uma programação de baixo nível, ninguém boicota o canal. Se a grande maioria acha que programas como Big Brother são imbecilizantes, ninguém deixa de assistir. Afinal, “todos assitem, não vou ser eu a bancar o diferente”. Se achamos nossos políticos corruptos, não nos mobilizamos para resolver o problema. Afinal, “todos roubam, pra que reclamar.”

Enfim, são questões que eu tenho notado a bastante tempo, e lendo o texto da Lya Luft me deu esse 'estalo' em relação a apatia generalizada dos tempos de hoje. Será uma época da uniformização? Pra não destoar do geral, o medo de ser diferente?

Como diz a música: “Todos iguais, mas uns mais iguais que os outros.”

Vitimização


Por Ludy Amano

Pensando esses dias cheguei a conclusão de que o hábito de se fazer de vítima, coitadinho, algoz é uma das piores coisas que uma pessoa pode fazer a ela mesma. A auto-piedade gera uma cegueira descomunal nas pessoas, a pessoa praticamente se anula.

Quando não conseguimos enxergar nossas próprias sombras e damos um jeito de ficar colocando a culpa em várias outras coisas ou pessoas, perdemos a chance de enxergar em nós mesmos aquilo que estamos fazendo de errado, e aí perdemos a chance de crescer.

Você não deve se culpar sempre por tudo, pois isso também é péssimo, mas sempre que ocorrer algo ruim, por pior que seja, pare e reflita: qual é a minha parcela de culpa nisso tudo?

Conviver com pessoas que se fazem de vítima é extremamente difícil, pelo menos para mim. Acredito que muito desse comportamento vem da criação que a pessoa teve. Conheço pessoas assim e geralmente o comportamento dos pais dessas pessoas é muito similar. Os pais muitas vezes super-protegem esses filhos, acham que eles nunca estão errados e sempre tentam poupá-lo de tudo. Com certeza esses são pais que criam seus filhos para eles mesmos, ao invés de criar seus filhos para o mundo.

O primeiro passo para a vítima é reconhecer sua culpa e para de culpar os outros por seus erros.

Uma pessoa que se faz de vítima nunca vai conseguir extrair o seu máximo, nunca encontrará seu poder pessoal, ao menos que um dia assuma essa sombra e trabalhe para ser uma pessoa melhor.

domingo, 20 de setembro de 2009

Era pra ser sério?



Essa semana o que não passou despercebido foram as piadas e brincadeiras em cima da figura do ator José Mayer. Foi parar até entre os mais citados no twitter, o que rendeu curiosidade no mundo todo. As piadas são sobre a eterna imagem de galã que ainda persiste sobre o ator e os personagens que ele representa. Aquela figura do galã cinquentão que pega todas as menininhas. Acho que ninguém mais acredita, e quando acredita, coloca minhoca na cabeça dos coroas, que acham que podem com as gatinhas.
O que me chama mais atenção, é que isso já representa um desgaste em cima dessa imagem que a Globo tenta vender de todas as formas para um público cada vez mais próximo a internet, e mais longe das novelas do que a Globo gostaria.

Também reflete que autores ‘endeusados’, como Manuel Carlos, não estão mais com tanta sintonia com o público e a realidade dos dias modernos. (E haja gente do meio artístico pra ‘babar ovo’ em cima desses autores.)
O que era pra ser um drama-romântico, virou comédia.
Nem sempre o que a Globo quer empurrar goela a baixo funciona.

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Férias à vista

Então fez-se o dilema:

*Fazer viagem de uma semana pra Porto Seguro.
Pode ser uma boa, mas como fiquei sabendo que minhas férias foram programadas pra daqui 13 dias, creio que ficou muito em cima para programar uma viagem desse tipo. Mas quem sabe...


*Passar alguns dias na Cidade Maravilhosa.
Boa também. Já conheço bem o Rio de Janeiro, mas nunca é demais. É sempre muito prazeroso passar uns dias no Rio; faz uma desaceleração na vida do paulistano passar algumas tardes em Ipanema.


*Ficar em São Paulo e fazer tour cultural.
Boa também. Seria mais econômico do que as outras duas opções. Faria com que eu conhecesse melhor minha cidade, posso ir a teatro, shows, bares, museus, etc. Mas aquele gostinho de férias não será como as outras duas opções acima.

(Tenho só 15 dias de férias)

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Caçadores de anônimos

Será que num futuro bem distante, todos nós, que nos encontramos inseridos de uma forma ou de outra nesse mundo virtual (orkut, msn, twitter, facebook, etc.), iremos tentar fujir dela (virtualidade) com a mesma vontade que hoje vamos ao seu encontro? Ou será um caminho sem volta?


Será que após a 'Era das Celebridades de 15 minutos', o anonimato será o ideal de busca dos humanos?
Quando todos nós estivermos 'chipados', catalogados em uma Grande Rede (alguém disse O Grande Irmão?), mapeados por ultra-GPSs...
Seremos encontrados num click.
E aqueles que não estiverem catalogados na Grande Rede serão caçados por Blader Runners ou Agentes Smith como em Matrix?

Parece filme de ficção, mas está perto.